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Bem vindos. Este é o blog dedicado a turma do curso de Engenharia Mecatrônica da Faculdade do Sul da Bahia – FASB.

Aqui você encontrará material para estudos, tutoriais, programas, eventos e muito mais ligado a engenharia Mecatrônica e Controle e automação.

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sábado, 8 de outubro de 2011

Baterias de lítio ganham o poder do silício

Cientistas sintetizaram um novo polímero que consegue absorver até oito vezes mais lítio do que o material usado nas baterias recarregáveis atuais.

Para afirmar que o novo material pode criar uma nova geração de baterias para viabilizar definitivamente os carros elétricos, os cientistas não se restringiram a fazer projeções matemáticas.

Eles testaram o novo material por mais de um ano, demonstrando que ele suporta centenas de ciclos de carga e descarga sem perder suas características.

Silício e íons de lítio

"Anodos de alta capacidade para baterias de íons de lítio sempre se defrontaram com o desafio da alteração de volume quando os eletrodos absorvem o lítio," comentou Gao Liu, dos Laboratórios Berkeley, nos Estados Unidos.

Quase todos os anodos das baterias de lítio hoje são feitos de grafite, que é eletricamente condutor mas tem uma capacidade de expansão apenas modesta - os íons de lítio são armazenados entre as camadas de grafeno que formam o grafite.

anodo compositoO silício é o material com maior capacidade de absorção de íons de lítio entre todos os materiais que se conhece. Mas ele triplica de volume quando está totalmente carregado, o que gera trincas no material durante os ciclos de carga e descarga, diminuindo radicalmente a vida útil das baterias.

Uma abordagem vinha sendo a mistura de polímeros ao silício para que o material ganhasse em flexibilidade. Mas isso torna necessário a adição de carbono para a condução elétrica, e o carbono acaba sendo expulso da mistura nos repetidos ciclos de incha e desincha do anodo.


Polímero condutor
A solução veio na forma de um polímero - uma espécie de plástico - que conduz eletricidade e se liga fortemente às partículas de silício que retêm o lítio no anodo da bateria.

No processo de absorção do lítio - durante o carregamento da bateria - o polímero incha, expandindo-se a até três vezes seu volume inicial. Durante o descarregamento, ele libera o lítio e encolhe novamente para seu tamanho normal. O polímero condutor de eletricidade resolveu o problema ao dispensar a adição do carbono.

Segundo os pesquisadores, o novo anodo usa apenas materiais já disponíveis, de baixo custo e compatíveis com as tecnologias da fabricação das baterias recarregáveis de lítio.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Escassez de talentos em tecnologia preocupa

O País avançou no setor de tecnologia da informação, mas poderia ter crescido mais não fossem entraves como burocracia e déficit de especialistas, segundo um ranking realizado pela Economist Intelligence Unit, o braço de pesquisa e análises da revista The Economist.
Investimento em pesquisas e em infraestrutura ajudaram o País a galgar uma posição em relação a 2009, ocupando agora a 39ª posição no índice, feito pela Economist Inteligence Unit para a organização Business Software Alliance (BSA).

No ranking, que mede principalmente a competitividade no setor, o Brasil está imediatamente atrás da China e muito à frente de outros países da América Latina, com exceção do Chile, que é o líder regional. "O crescimento da pontuação brasileira na categoria 'pesquisa e desenvolvimento' foi a maior responsável tanto pela evolução na pontuação geral do Brasil, como em sua posição no ranking", disse à BBC Brasil o diretor da BSA no Brasil, Frank Caramuru.

O País ocupa agora o primeiro lugar entre os países da América Latina neste quesito, que tem peso maior na pontuação e avalia investimentos públicos e privados, além do número de patentes e valor recebido por royalties em relação ao número de habitantes. Segundo Caramuru, a nota brasileira saltou de 1,6 na primeira edição do estudo em 2007 para 21,2 na edição deste ano.

Crise de talentos - Alguns itens da categoria "capital humano" também ajudaram a impulsionar a posição brasileira. O número de formandos nas áreas de ciências e engenharia aumentaram, levando o País a ocupar o 8º lugar nessa classificação.

No entanto, o Brasil permaneceu estagnado no que diz respeito à qualidade de habilidades tecnológicas, gerando temores sobre a escassez de profissionais de tecnologia da informação (TI) qualificados para atender a demanda.

Para Caramuru, já se pode falar em uma crise de talento no mercado brasileiro de TI. "A avaliação aponta para a necessidade de um aprimoramento do currículo dos cursos de ciências da computação, bem como de um estímulo à essa opção de carreira entre estudantes", disse. "Hoje estima-se que existam 90 mil vagas não preenchidas neste setor no Brasil, e uma projeção da FGV avalia que, em 2014, esse déficit pode chegar a 800 mil."

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Energia das ondas: veja os projetos em implantação

Na onda da energia
Cercada de mares revoltos, a Grã-Bretanha está saindo na frente na busca de formas de extrair energia das ondas e das marés.
Um estudo recente prevê que, até 2050, a energia das ondas poderá render até 190 gigawatts de eletricidade - isto é nada menos do que 3 vezes toda a energia elétrica produzida hoje no Reino Unido.
Com esse incentivo, mais de 100 empresas estão desenvolvendo novos dispositivos para coletar a energia dos mares.
Veja abaixo um levantamento das tecnologias mais promissoras que já estão em fase de implantação.


Ponto Absorvedor
Algumas vezes, os projetos mais simples são os melhores. O Ponto Absorvedor é uma boia flutuante que sobe e desce com cada onda que passa, convertendo o movimento mecânico em eletricidade.
Conforme a boia vai para cima e para baixo, o movimento é usado para bombear um fluido hidráulico em um cilindro fixo, que se encontra abaixo da superfície.
O fluido pressurizado faz girar um gerador dentro do dispositivo, gerando eletricidade, que é transferida para a praia através de linhas de transmissão submarinas.
A Ocean Power Technologies, de Pennington, está testando sua PowerBuoy - que mede 41 metros de altura e 11 metros de diâmetro - na Escócia.
Espera-se que ela produza 150 kilowatts de potência contínua.
Energia das ondas: veja os projetos em implantação


O Atenuador
Atenuadores são longos dispositivos flutuantes posicionados perpendicularmente ao sentido das ondas, coletando energia da ponta à cauda.
Conforme as ondas passam ao longo do comprimento da máquina, seções individuais movimentam-se para cima e para baixo uma em relação à outra, criando um movimento mecânico que é convertido em eletricidade.
A Pelamis Wave Power, de Edimburgo, está atualmente testando a segunda geração do seu atenuador em escala comercial.
O dispositivo, conhecido como P2, tem 180 metros de comprimento, 4 metros de diâmetro, e produz 750 kW de eletricidade.
Os testes estão sendo feitos no Centro Europeu de Energia Marinha, perto de Orkney, na Escócia.
Energia das ondas: veja os projetos em implantação


Conversor oscilante de onda
Em vez de balançar para cima e para baixo, os conversores oscilantes de onda movimentam-se para frente e para trás com cada onda que passa.
Os dispositivos consistem de enormes abas com dobradiças, presas ao fundo do mar em águas rasas.
Conforme as ondas passam, o dispositivo fecha a aba. É assim que funciona o Oyster 800, construído pelo Power Aquamarine, de Edimburgo.
Mas, em vez de gerar eletricidade no mar, o dispositivo usa o movimento mecânico para bombear água pressurizada para uma instalação em terra.
Lá, a água aciona uma turbina hidrelétrica, cuja localização em terra facilita sua manutenção.
A Aquamarine vai começar brevemente a testar sua hidroelétrica marinha em escala comercial.
O Oyster 800, um dispositivo de 800 kW, tem 26 metros de largura e 12 metros de altura.
Energia das ondas: veja os projetos em implantação


Energia das ondas por rotação
Essa forma bastante incomum de explorar a energia das ondas transforma o movimento de vai e vem da água do mar em um movimento circular.
A energia rotacional das ondas usa um excêntrico - um peso com um eixo fora do centro - selado dentro de uma boia ou casco de navio, que gira ao movimento do mar.
A empresa finlandesa Wello vai começar em breve a testar o seu Penguin, um dispositivo rotacional de energia das ondas de 500 kW.
O Penguin tem um casco assimétrico, que faz com que ele se movimente, a cada onda que passa, de forma muito parecida com o passo empolado de um pinguim.
O movimento é usado para acelerar um peso de 95 toneladas, que gira dentro do casco e aciona um gerador elétrico para produzir eletricidade.
Energia das ondas: veja os projetos em implantação



Coluna oscilante de água
As colunas oscilantes de água (OWCs: Oscillating Water Columns) aproveitam o sobe e desce das ondas que passam para comprimir grandes depósitos de ar, que acionam uma turbina para produzir eletricidade.
A máquina fica semi-submersa na superfície do oceano, com uma grande cavidade oca aberta ao mar abaixo da linha d'água.
As ondas que passam fazem o nível da água subir e descer no interior da cavidade, o que comprime e descomprime o ar aprisionado no interior da cavidade.
O ar flui para fora do dispositivo através de um respiradouro na superfície quando é comprimido, e volta através do orifício quando é descomprimido.
O ar em deslocamento gira uma turbina que produz eletricidade bidirecionalmente, independentemente do sentido do vento.
Como seu funcionamento é similar ao de um aerofólio, apenas projetado para funcionar na água, os engenheiros o chamam de hidrofólio.
Em julho deste ano, a Voith Hydro Wavegen, do Reino Unido concluiu a instalação de um OWC de 300 kW em Mutriku, na Espanha.
O dispositivo, que também atua como um quebra-mar, é o primeiro de seu tipo - um dispositivo de energia das ondas totalmente comercial que está conectado à rede e vendendo energia.
Energia das ondas: veja os projetos em implantação

Dispositivo por queda
Esse dispositivo coleta energia das ondas fazendo com que a água caia de um ponto mais alto para um ponto mais baixo.
Conforme ondas mais altas se quebram nas laterais de um dispositivo de elevação, a água flui para um reservatório que temporariamente a mantém vários metros acima do nível do mar.
Essa água armazenada é então canalizada em um estreito vertedouro, girando uma turbina elétrica conforme flui de volta para o mar.
A empresa dinamarquesa Wave Dragon testou um dispositivo desses em pequena escala, capaz de produzir 20 kW de potência, entre 2003 e 2010.
Uma versão em larga escala poderá produzir 12 megawatts de eletricidade, mas vai exigir um enorme reservatório, com mais de 100 metros de diâmetro.
Energia das ondas: veja os projetos em implantação

Fatores que devem ser observados na escolha do aço

Na hora de escolher o melhor aço para uma determinada finalidade os parâmetros devem levar em conta um equilíbrio entre tenacidade, resistência ao desgaste e tensão limite de compressão (associada à dureza). Alguns aços ferramenta são projetados para produção de blocos de matrizes, alguns para moldes de produção e outros para trabalho a quente, e ainda outros para aplicações de corte de alta velocidade. Os aspectos de cada um destes fatores são apresentados abaixo.

Tenacidade
A tenacidade de um aço tende a decrescer com o aumento do teor de elementos de liga. A tenacidade é afetada também pelo processo de produção do aço. A metalurgia do pó em geral fornece tenacidade mais alta do que o processo convencional. Observe as diferenças na figura abaixo, para alguns aços ferramentas de uso comum.


Figura comparativa das três propriedades para vários aços


Resistência ao desgaste

O aumento de teores de elementos de liga tipicamente aumenta a resistência ao desgaste (ver figura acima). Os carbonetos têm importante papel na resistência ao desgaste do aço. A maioria dos carbonetos é formada quando os elementos de liga como vanádio, molibdênio e cromo combinam-se com o carbono durante a solidificação do aço. Porcentagens mais altas de carbonetos melhoram a resistência ao desgaste mas reduzem a tenacidade.


Tensão limite de compressão

Dois fatores afetam a resistência compressiva: o teor de liga e a dureza. Elementos de liga como o molibdênio e o tungstênio são benéficos para o aumento da resistência à compressão. Normalmente quanto mais alta a dureza de um dado aço mais alta também o seu limite de compressão.


Considerações sobre os tratamentos superficiais e o aumento da dureza

Os tratamentos superficiais tem o objetivo de prolongar a vida das ferramentas, como já visto. Estes tratamentos aumentam a dureza superficial e a resistência ao desgaste e reduzem o coeficiente de atrito. A dureza fornece uma indicação da resistência ao desgaste e lubrificidade para um dado tratamento. Tipos de tratamentos superficiais são portanto também considerados critérios de escolha.


O processo PVD, por exemplo, pode aumentar a vida de uma ferramenta de precisão de aço rápido com alto teor de liga, mas não resolve o problema de desgaste de uma matriz com tolerâncias estreitas nem impede a flexão de punções submetidos a altas cargas. Tratamentos que produzem maiores valores de dureza , como o revestimento com carboneto de titânio e a difusão térmica produzem camadas superficiais mais espessas, mas exigem uma grande quantidade de calor, o que inviabiliza seu uso em muitas aplicações.


A figura abaixo lista os valores de durezas para vários tipos de revestimentos superficiais. Os valores são expressos em escala Vickers devido à pequena espessura das camadas.



Durezas para tratamentos superficiais


Outras considerações para a escolha do aço ferramenta

Além dos critérios apresentados, existem outros fatores, como a temperatura de trabalho e o grau de deformação durante a têmpera, quando aplicável. O quadro abaixo especifica de forma resumida, indicações gerais para a escolha de aços ferramenta.




Critérios qualitativos de seleção do aço


Apesar de existirem mais de 100 tipos de aços-ferramenta normalizados internacionalmente, para as mais diversas aplicações e solicitações, a indústria trabalha com uma gama relativamente reduzida de opções. São preferidos aqueles que possuem suas propriedades e desempenhos consagrados ao longo do tempo, como, por exemplo, os aços H13, D2 e M2.

De qualquer forma a escolha de um aço requer uma análise detalhada de toda a gama de fatores incluindo ainda parâmetros como volume de produção, vida útil da ferramenta e custos associados, etc...

Classificação dos Aços Ferramenta pelo tipo de aplicação


Classe I - aços usados para ações de cisalhamento ou corte, como matrizes de corte, ferramentas de corte em geral, matrizes de conformação de blanks, matrizes de aparar etc...


Classe II - aços usados na confecção de ferramentas para conformação de peças através de fluxo do material sob tração, por trabalho a frio ou a quente. Aqui se incluem matrizes de estampagem e dobramento, matrizes de forjamento etc... Esta classe inclui moldes para plásticos e moldes para fundição.


Classe III - aços para trabalhos de transformação de materiais atuando na modificação da forma, sem mudança das dimensões originais. Incluem-se aqui matrizes de flexão, matrizes de dobramento e matrizes de torção.


Classe IV - aço para matrizes que trabalham sob alta pressão e que produzem fluxo do metal ou outro material até a forma desejada, por efeito de compressão. Esta classe inclui matrizes de embutimento, de gravação, de recalque, de extrusão, de fendilhamento, etc... É importante ter suficiente informação a respeito da composição do material da ferramenta ou da matriz, do tipo de tratamento térmico usado e do tipo de trabalho que a ferramenta vai executar. A organização em classes é apenas uma indicação geral de uso, não representando sozinha uma diretriz para a seleção de aços ferramenta.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Carro de ar comprimido da Toyota quebra recorde de velocidade

 
(Fonte da imagem: Physorg)

A Toyota pretende entrar para o livro Guinness dos Recordes com o Ku:Rin, veículo que usa como combustível somente ar comprimido. O carro de três rodas é capaz de alcançar velocidades de até 129,2 quilômetros por hora, com a vantagem de não liberar qualquer espécie de agente poluente no meio ambiente.
O veículo é a mais nova tentativa da montadora japonesa em investir em tecnologias que permitam aos carros do futuro dispensar combustíveis fósseis para se movimentar. Os tanques de ar usados pelo veículo foram fabricados usando os compressores para ar-condicionado produzidos em larga escala pela companhia, que atualmente é uma das maiores fornecedoras de peças do tipo para o mundo automobilístico.

Projeto experimental

No estágio atual de desenvolvimento, o Ku:Rin tem como principal obstáculo a pouco autonomia de seus tanques de combustível. Mesmo em condições ideais, o carro só consegue se movimentar cerca de 2 milhas (aproximadamente 3,2 quilômetros) antes que o ar comprimido acabe.
 
(Fonte da imagem: Physorg)

O veículo foi desenvolvido no Dream Car Workshop da Toyota, espaço da companhia dedicado à criação de novas ideias. Segundo o engenheiro Kenta Nakauchi, a empresa não pensa em produzir o Ku:Rin em larga escala, preferindo usar a experiência obtida em sua construção para desenvolver carros com características únicas e tentar superar os obstáculos que surgem pelo caminho.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

RFEM 4


RFEM dimensionamento de edifício de escritórios
Desenvolvido pela Dlubal Engineering Software e comercializado pela SolidCalc em Portugal, o RFEM 4 é um software para cálculo estrutural e dimensionamento, que se baseia no método dos elementos finitos e permite a introdução e visualização de elementos em três dimensões. De natureza modular, o RFEM 4 permite a adição à versão base, de acordo com as necessidades do utilizador, de funcionalidades específicas para análise e dimensionamento de estruturas metálicas, incluindo torres e ligações metálicas, estruturas de betão armado e estruturas de madeira, entre outras.

A modelação é feita com integração num ambiente de CAD 2D/3D intuitivo e de fácil utilização podendo os dados ser visualizados sob a forma de árvore de dados e tabelas. O RFEM 4 permite a definição de superfícies e barras paramétricas e a intersecção de superfícies e sólidos.

RFEM diagramas de esforços

As acções vento, neve e imperfeições geométricas podem ser geradas automaticamente de acordo com a regulamentação utilizada.
Permite a introdução de barras com propriedades não lineares e de secção variável, cascas e placas, apoios pontuais, lineares e de superfície, todos com possibilidade de definição de rigidez diferentes.

RFEM estruturas tubulares metálicas

Os resultados podem ser analisados em 3D e serem apresentados em simultâneo os resultados de diferentes tipos de elementos, por exemplo áreas, barras, e reacções de apoio.

O software permite também a visualização de resultados em isolinhas ou isosuperficies, geração de animações de deformações e modos de vibração e criação de tabelas resumo com cada análise, esforços, deformações, máximos e mínimos e elementos onde estes ocorrem.

RFEM análise estrutural de chaminé

Os modelos, cálculos e elementos de análise podem ser exportados, entre outros formatos, para XLS, DWG e DXF.

Segundo a SolidCalc, os módulos do RFEM 4 permitem adicionar as seguintes funcionalidades à versão base:

  • Análise Modal (Métodos de Iteração ICG  e Subspace)
  • Análises Time History e Response Spectrum
  • Cargas Laterais Equivalentes para Acção Sísmica (EC 8, DIN 4149 and IBC 2000)
  • Análise dos Modos de Instabilidade e Cargas Crítica
  • Análise Não-Linear de Estruturas com Pré-deformação Inicial
  • Propriedades não-Lineares dos Materiais
  • Superfícies de Secção Laminada
  • Análise de Faseamento Construtivo
  • Cargas Móveis em Elementos de Barra
  • Interacção Solo-Estrutura (EC7, DIN e CSN 73 1001)
  • Análise de Deformação Relativa e Absoluta de Elementos de Barra
  • Geração de combinações de acções segundo EN 1990, EN 1995, ASCE 7, etc
  • Análise de Tensões em superfícies e barras metálicas
  • Dimensionamento de barras metálicas segundo EC3
  • Dimensionamento de barras metálicas segundo ANSI/AISC 360-05
  • Dimensionamento à encurvadura lateral torsional segundo o método equivalente
  • Dimensionamento à encurvadura lateral torsional segundo análise de segundo ordem dos elementos de barra.
  • Dimensionamento de barras e superfícies de betão armado segundo EC2
  • Consideração dos efeitos de segunda ordem no dimensionamento de barras de betão armado
  • Dimensionamento não-linear de superfícies de betão armado para estados limites de serviço
  • Dimensionamento ao punçoamento em lajes e fundações de betão armado
  • Dimensionamento de Estruturas de Madeira segundo EC5, DIN e SIA para estados limites de utilização e de serviço. A verificação a fenómenos de estabilidade poderá ser analisado através do método equivalente ou através do método de segunda ordem.
  • Cálculo de propriedades de secções genéricas criadas ou importadas pelo utilizador e as suas tenções.
  • Adicionalmente é possível realizar dimensionamento de betão armado segundo EC2, DIN e outros.
  • Cálculo das propriedades de secções genéricas de paredes finas criadas ou importadas pelo utilizador. Cálculo de tensões, Capacidade plástica e elásticas, classe de secção segundo EC2, área efectiva EC2, etc…
  • Dimensionamento de ligações metálicas segundo DIN e EC3-5.
  • Dimensionamento ao estado limite último de juntas soldadas de secções tubulares de acordo com o Eurocódigo 3, suportando diversas tipologias de barras concorrentes.
  • Dimensionamento de ligações de elementos de madeira
  • Gerador de modelos 3D complexos de torres de alta tensão e antenas de rádio
  • Livraria de equipamentos comuns em torres de alta tensão e antenas transmissoras.
  • Geração automática das cargas de vento, neve, gelo, temperatura, etc. Para torres metálicas de alta tensão e antenas de rádio.
  • Interface COM programável (por exemplo em VBA) permite automatizar os seus processos. Criação de modelo geométrico, atribuir carregamentos, combinações, etc…
  • Estender os formatos de importação disponíveis no RFEM a formatos Step, IGES, ACIS



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Matemática melhora reciclagem do alumínio

O alumínio é o metal mais reciclado no mundo. Mas, como acontece no mercado de automóveis, "alumínio usado" não é a mesma coisa que "alumínio zero km". Cada vez que o alumínio é reciclado, vários elementos, como ferro, silício e zinco, bem como elementos-traço, como sódio e chumbo, juntam-se ao metal, produzindo uma espécie de "liga indesejável".
Até agora isso tem colocado limitações claras aos usos do alumínio reciclado, devido às alterações nas propriedades do metal reciclado em comparação com o metal novo. A indústria vem dando um "jeitinho" diluindo o alumínio reciclado no alumínio novo, de forma a diminuir a concentração dos elementos indesejáveis até que eles atinjam níveis aceitáveis.

Solução nobre
Mas Yanjun Li e seus colegas do Instituto Sintef, na Noruega, acreditam que uma solução bem mais nobre pode ser obtida com a ajuda da matemática.
O alumínio reciclado hoje acaba sendo direcionado para a fundição. Mas os produtos mais nobres são feitos por laminação ou extrusão, que exigem um material mais puro e com propriedades homogêneas.
Na extrusão, por exemplo, um bloco sólido de alumínio é prensado por uma gigantesca prensa contra um molde de aço que contém os furos no formato exato da peça desejada - o alumínio deve fluir perfeitamente para não gerar peças defeituosas.
"As impurezas que se acumulam no alumínio pelos repetidos ciclos de reciclagem afetam as propriedades mecânicas do material reciclado. No entanto, mudando a composição da liga, as condições de temperatura e a velocidade do processo de homogeneização - o estágio inicial em um processo de têmpera realizado antes da laminação e da extrusão - é possível compensar isso," diz Yanjun.

Nobreza matemática
Se parece fácil, não é. Tentar encontrar a receita correta com tantos ingredientes a serem variados é praticamente impossível na base da tentativa e erro.
É aí que entra a matemática. Os cientistas estão desenvolvendo modelos matemáticos e testando-os em experimentos de laboratório. "Os resultados iniciais são animadores," diz Yanjun.
O objetivo final é desenvolver três modelos diferentes, que vão mostrar como a microestrutura do alumínio reciclado é afetada por várias modificações na homogeneização durante os processos de extrusão e laminação.

Modelo de reciclagem
"Nós demonstramos que a ponto de escoamento das ligas pode ser aumentado em 50% modificando-se o processo de homogeneização. Em linguagem simples, isto significa que o material poderá ser dobrado muito mais antes de quebrar," afirma o pesquisador.
Segundo ele, o uso dos modelos matemáticos permitirá o uso do alumínio reciclado em virtualmente qualquer aplicação. O que é uma boa notícia, uma vez que o aumento da reciclagem do alumínio está produzindo mais matéria-prima do que o setor de fundição consegue absorver.