Não preciso falar nada, não se deve tirar os olhos de cima do peão, depois se machuca ou morre, o culpado e sempre o responsável é o Engenheiro, sai nos jornais aí a carreira do cidadão vai para lama.
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Bem vindos. Este é o blog dedicado a turma do curso de Engenharia Mecatrônica da Faculdade do Sul da Bahia – FASB.
Aqui você encontrará material para estudos, tutoriais, programas, eventos e muito mais ligado a engenharia Mecatrônica e Controle e automação.
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sexta-feira, 30 de março de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
Inteligência artificial dispensa humanos para pilotar aviões
Tela do simulador onde está sendo testado o piloto totalmente automático, capaz de levar um avião de um aeroporto a outro sem nenhuma intervenção humana.[Imagem: FIUPM]
O piloto vai sumir
Como os aviões já possuem pilotos automáticos, que os ajudam a permanecer no ar sem participação do piloto humano, será necessário criar uma nova categoria para enquadrar um novo assistente autônomo que está sendo desenvolvido por engenheiros espanhóis.
O sistema é capaz não apenas de manter o avião no ar, mas também de realizar os pousos e decolagens e fazer manobras para evitar riscos de colisão com outras aeronaves.
Em um aeroporto simulado em computador, o agente de software inteligente pilota todos os aviões, sem nenhum incidente e sem nenhuma participação humana.
E, quando se fala "sem nenhuma participação humana", isto significa sem participação de humanos mesmo, sejam pilotos, sejam controladores de voo.
Aprendizagem de máquina
Santiago Álvarez de Toledo e José María Barreiro Sorrivas, da Universidade Politécnica de Madri, levaram mais de 10 anos para desenvolver o sistema, contando com a colaboração de inúmeros outros pesquisadores e estudantes.
Segundo eles, o sistema de inteligência artificial emprega um algoritmo de aprendizagem de máquina inspirado na forma como os seres vivos aprendem a se movimentar.
O programa resultante, que inclui um simulador de toda a aviônica das aeronaves, consegue harmonizar a trajetória de cada avião com a dos outros aviões nas cercanias de um aeroporto.
O simulador mostrou-se preciso mesmo quando foi simulado um aeroporto internacional operando no limite de sua capacidade.
Além do aprendizado de máquina, os pesquisadores inseriram no sistema uma biblioteca com todas as combinações de incidentes de voo já registradas, o que o tornou capaz de resolver desde situações simples, como ajustes de rotas, até situações que poderiam redundar rapidamente em riscos de acidentes.
Imponderabilidades humanas
O programa é capaz de pilotar o avião automaticamente, da decolagem até o pouso, seguindo um objetivo previamente traçado - como ir de um aeroporto até outro - ou uma sequência de objetivos - como uma viagem com várias escalas.
Durante o voo, o sistema é capaz de desviar de qualquer tipo de obstáculo, desde um edifício nas cercanias de um aeroporto ou outras aeronaves, até áreas apontadas pelo sistema como meteorologicamente instáveis e regiões onde o espaço aéreo é fechado.
Como o piloto eletrônico autônomo passou com louvor por todos os testes nos simuladores, os engenheiros agora planejam testá-lo em aviões reais, "como uma medida adicional de segurança frente às imponderabilidades humanas," afirmam eles.
Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica
terça-feira, 27 de março de 2012
Robô água-viva usa músculos artificiais alimentados a hidrogênio
O movimento do robô é feito por músculos artificiais circulares instalados abaixo do seu corpo de silicone, como se fossem as varetas metálicas de um guarda-chuva. [Imagem: Tadesse et al./IOP] |
Robô geleia
Pesquisadores norte-americanos criaram uma água-viva robô que se movimenta suavemente, impulsionada por músculos artificiais alimentados por hidrogênio.
Em tese, o robô pode se movimentar indefinidamente, sem nunca ficar sem combustível, uma vez ela retira o hidrogênio de reações químicas que ocorrem em sua superfície - ele ainda não é capaz de fazer isto.
"Pelo que sabemos, esta é a primeira vez que um robô subaquático é alimentado usando hidrogênio externo como fonte de combustível," disse Yonas Tadesse, da Universidade Virgínia Tech, nos Estados Unidos, criador do robô.
O robô, que vem sendo desenvolvido desde 2009, foi adequadamente batizado do Robojelly, ou robô-geleia - jellyfish é o termo em inglês para água-viva.
A água-viva serviu de inspiração para um veículo subaquático devido à simplicidade e eficiência do seu sistema de movimentação, abrindo-se e ejetando a água, o que pode ser muito eficaz quando se trata de observar outras formas de vida no oceano.
Músculos artificiais a hidrogênio
O movimento do robô é feito por músculos artificiais circulares instalados abaixo do seu corpo, feito de silicone, como se fossem as varetas metálicas de um guarda-chuva.
Quando os músculos se contraem, o corpo se fecha, ejetando a água em um sentido e impulsionando o robô no outro.
Quando o estímulo é retirado dos músculos artificiais, estes se contraem, fazendo com que o robô volte ao seu formato original, estando pronto para o próximo impulso.
| O grande avanço do robô é o uso de músculos artificiais com um revestimento que permite que eles sejam acionados por uma reação exotérmica envolvendo o hidrogênio da água. [Imagem: Tadesse et al./IOP] |
O músculo artificial alimentado a hidrogênio consiste em um músculo artificial normal, do tipo SMA, feito de uma liga de níquel e titânio (NiTi), recoberto por uma folha de nanotubos de carbono e nanopartículas de platina.
O oxigênio e o hidrogênio na água reagem com platina, uma reação química que libera calor.
Os nanotubos de carbono servem tanto para levar o hidrogênio até o catalisador de platina, quanto para ajudar a conduzir o calor gerado pela reação até os músculos artificiais, fazendo-os assumir os diversos formatos necessários ao movimento.
Sem potência
A grande vantagem do conceito é que o robô não precisa de baterias e nem de reabastecimento. Tudo o que é necessário é que ele fique dentro d'água para se movimentar.
O primeiro protótipo não é muito eficiente e, apesar de "encenar" adequadamente, o hidrogênio que chega aos músculos artificiais não gera uma potência suficiente para fazê-lo sair do lugar.
Mas a capacidade de movimento foi demonstrada alimentando os músculos artificiais com uma fonte externa de eletricidade.
"Nós agora estamos procurando novas maneiras de levar o hidrogênio a cada segmento, para que cada um possa ser controlado individualmente. Isso deverá permitir que o robô seja controlado e se mova em diferentes direções," disse Tadesse.
Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica
O oxigênio e o hidrogênio na água reagem com platina, uma reação química que libera calor.
Os nanotubos de carbono servem tanto para levar o hidrogênio até o catalisador de platina, quanto para ajudar a conduzir o calor gerado pela reação até os músculos artificiais, fazendo-os assumir os diversos formatos necessários ao movimento.
Sem potência
A grande vantagem do conceito é que o robô não precisa de baterias e nem de reabastecimento. Tudo o que é necessário é que ele fique dentro d'água para se movimentar.
O primeiro protótipo não é muito eficiente e, apesar de "encenar" adequadamente, o hidrogênio que chega aos músculos artificiais não gera uma potência suficiente para fazê-lo sair do lugar.
Mas a capacidade de movimento foi demonstrada alimentando os músculos artificiais com uma fonte externa de eletricidade.
"Nós agora estamos procurando novas maneiras de levar o hidrogênio a cada segmento, para que cada um possa ser controlado individualmente. Isso deverá permitir que o robô seja controlado e se mova em diferentes direções," disse Tadesse.
Fonte: Redação do Site Inovação Tecnológica
segunda-feira, 26 de março de 2012
O egenheiro
Bom dia pessoal, segue um vídeo ai para motivar os futuros engenheiros nessa ardua estrada...
sábado, 24 de março de 2012
Solução simples
Acho que todo mundo ja ouviu esta história, da fabrica de pasta de dente, é um exemplo que engenharia nem sempre é achar uma solução mais complicada.
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